Alívio aos cofres públicos

Alívio aos cofres públicos

Com o remanejamento da Prefeitura de Araxá e todas as secretarias municipais para o Centro Administrativo, que está em fase de construção na avenida João Paulo II, os cofres públicos deixarão de desembolsar mais de R$ 1,2 milhão por ano. Segundo um levantamento da prefeitura, o município gasta cerca de R$ 100 mil por mês com o pagamento de aluguéis. Com a economia, a população espera que esta quantia seja investida em áreas como a saúde, que necessita de melhorias.

A previsão da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano é que o Centro Administrativo esteja pronto dentro de três anos. Segundo o secretario João Bosco Borges, as secretarias de Educação, Saúde e Desenvolvimento Rural serão as primeiras a mudar para o novo espaço, em um prazo de oito meses. Ao todo, são sete blocos (um para cada secretaria) e o prédio central da administração. O valor total das obras deve ficar em cerca de R$ 15 milhões. 

Assim, a mudança vai acontecendo gradativamente até a secretaria de Planejamento e Gestão, que será a última a mudar. João Bosco conta que alguns detalhes do projeto do prédio principal da prefeitura ainda são estudados e, como o município não paga aluguel pela sede da Olegário Maciel, o Gabinete será o último a se mudar.

Jeová Moreira da Costa destaca que as economias que virão com a inauguração do Centro Administrativo reforçam seu modo de gestão e a boa reserva nos cofres públicos.

“Será uma economia de R$ 100 mil com a construção do Centro Administrativo, e podemos destacar o tanto que valorizaram as máquinas que estavam sucateadas (máquinas que foram recuperadas), então estou mostrando isso para justificar essa reserva de mais de R$ 10 milhões em seis meses (superávit primário)”, diz.

Segundo o prefeito, além da economia de cerca de R$ 100 mil por mês, o Centro Administrativo vai ajudar na gestão do município. “Vai dar para a gente organizar, dentro de um diagnóstico que temos feito. Temos falado que a União está muito bem organizada, assim como o Estado, e agora falta os municípios se organizarem.”

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