Araxá debate políticas públicas de saúde ambiental

Araxá debate políticas públicas de saúde ambiental

A Secretaria Municipal de Saúde Ambiental promove a 1ª Conferência Municipal de Saúde Ambiental, no Clube Araxá. A abertura oficial acontece nesta sexta-feira (28), às 19h, com a presença de autoridades e aprovação do regulamento.

Neste sábado (29), o evento prossegue das 8h às 18h. Destaque para o painel temático e debates, das 8h às 9h30, com o palestrante Guilherme Franco Netto, diretor do Departamento de Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador do Ministério da Saúde, com o tema “A saúde ambiental na cidade, no campo e na floresta: construindo cidadania, qualidade de vida e territórios sustentáveis”.

Logo depois, a palestrante Fabiana de Oliveira Sá apresenta a metodologia de trabalho da conferência. No final, acontece a eleição dos delegados que vão representar Araxá na conferência estadual.

O objetivo do evento é definir diretrizes para políticas públicas integradas no campo da saúde ambiental. Para isso, a Secretaria Municipal de Saúde realizou oito pré-conferências, sendo cinco na Zona Urbana (Centro, Leste, Oeste, Norte e Sul) e três na Zona Rural, para receber e avaliar as necessidades da população local.

“No setor Norte, por exemplo, a principal reclamação que tivemos foi em relação ao barulho e ao tráfico de drogas. Já na Zona Rural, a principal reivindicação foi a preservação das nascentes. Então, cada setor apresentou suas questões específicas e que serão desenvolvidos durante a conferência, que será abrilhantada pelo Guilherme Franco Netto”, destaca o secretário Antônio Marcos Belo.

Ele acrescenta que os temas debatidos em Araxá serão apresentados nas primeiras conferências estadual e nacional, esta acontece de 15 a 18 dezembro próximo.

Diretrizes e ações estratégicas para a saúde ambiental de Araxá

– Articulação e integração das políticas publicas de saúde, ambiente, desenvolvimento urbano e rural, participação social e direito à informação.

– Garantia do direito à cidade saudável e sustentável.

– Impactos à saúde e ao ambiente dos processos produtivos relacionados à mineração e outros, poluição e compensação socioambiental.

– Criação de áreas verdes, proteção e uso sustentável dos recursos naturais.

– Destinação dos resíduos sólidos buscando a sustentabilidade socioambiental.

– Melhoria na oferta de equipamentos urbanos, rurais e comunitários, transporte, segurança e serviços públicos.

– Cooperação entre governo e iniciativa privada e fomento ao exercício da cidadania em prol de uma cidade com mais qualidade de vida.

– Valorização e preservação da cultura local, conscientização e educação ambiental.

– Promoção da saúde, do desenvolvimento social e do ambiente de trabalho.

Fonte: Secretaria Municipal de Saúde

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