Araxá e Uberaba estreiam “O Cândido Chico Xavier” no começo de outubro

Araxá e Uberaba estreiam “O Cândido Chico Xavier” no começo de outubro

Em seu quinto ano de temporada com o espetáculo de sucesso de público, “Allan Kardec – Um olhar para a eternidade” já foi visto por mais de 200 mil pessoas com apresentações em mais de 80 cidades do Brasil.

Agora os produtores da peça dão pontapé inicial a mais um projeto que promete repetir o mesmo sucesso. A partir de outubro, a Arantes e Amar Produções estreia o espetáculo “O Cândido Chico Xavier”, com texto de Flávio Serra, que fará turnê pelos teatros de todo o Brasil.

A estreia, promovida pela Campanha Vá ao Teatro da Uirapuru’s Arte e Cultura, acontece em Uberaba, no dia 5 de outubro, às 20h, no Teatro Vera Cruz; e em Araxá, no dia 6 de outubro, em dois horários, às 19h e às 20h30, no Teatro Sesi. Os ingressos já estão disponíveis no site megabilheteria.com e também serão vendidos em pontos da cidade.

De acordo com o produtor Joãozinho Uirapuru destaca que há descontos promocionais na compra de ingressos mediante doação de um litro de óleo, que será revertida para as entidades Sanatório Espírita (Uberaba) e Casa do Caminho (Araxá).

A direção é assinada por Ana Rosa, que também é diretora de “Allan Kardec” e de “Violetas na janela”, esta última é sucesso há 20 anos. No palco, estarão os atores Rogério Fabiano, Érica Collares, Priscilla de Amorim e grande elenco – todos atuam em “Kardec”.

“O Cândido Chico Xavier” narra a vida do médium, filantropo e um dos mais importantes expoentes do espiritismo, Francisco Cândido Xavier. De sua infância à morte, com o passo a passo de sua fé e da dedicação à Doutrina Espírita, dos seus estudos e do seu desenvolvimento da psicografia. Para Ana Rosa, dirigir a peça é muita responsabilidade, mas, também, uma felicidade, já que conheceu Chico Xavier.

“Dirigir uma peça sobre Chico Xavier é uma responsabilidade enorme. Tive o prazer e a alegria de conhecer o Chico pessoalmente e, felizmente, comecei a estudar o Espiritismo há mais de 40 anos”, afirma.

“O trabalho de direção nessa trilogia “Violetas na janela”, “O Cândido Chico Xavier” e “Allan Kardec – Um olhar para a eternidade”, é, em parte, resultado de todos esses anos na Doutrina Espírita. Acho, inclusive, que ‘o pessoal lá de cima’ me dá uma força tremenda na retaguarda”, diz Ana.

Ela torce por uma trajetória bem longa: “Minha expectativa é de que ‘O Cândido’, uma homenagem ao Chico, alcance o objetivo de mostrar a quem não o conhece a magnitude desse espírito e de difundir a sua obra. Espero que o espetáculo tenha uma carreira longa, como os dois outros dirigidos por mim.”

Em cena, o público vai conferir a história emocionante desse brasileiro nascido de uma família humilde, na cidade de Pedro Leopoldo (interior de Minas Gerais), que perdeu a mãe, Rita de Cássia, ainda menino; os abusos que sofreu de sua madrinha, que cuidou dele por um tempo; e a perseguição que aguentou daqueles que não acreditavam em seu dom de ver e ouvir espíritos.

Numa das passagens do texto que a plateia verá, certa vez, o padre Scarzelli, descrente do talento de Chico, o mandou rezar mil Ave-Marias por conta do que ela taxava como “fantasias de menino”.

O texto, claro, relata o contato e a adesão de Chico à Doutrina Espírita, aos 17 anos, quando iniciou no estudo do Espiritismo. A partir daí, dedicou-se a ajudar os mais necessitados – nem mesmo a catarata obscura, aos 21, o impediu de seguir em frente.

Por sua mediunidade começou a psicografar mensagens que foram publicadas em jornais. O encontro com seu mentor espiritual Emannuel, a parceria longa com o também médium Waldo Vieira, a indicação ao Prêmio Nobel da Paz e os mais de 400 livros escritos, todos com rendas revertidas à caridade, são muitos dos momentos marcantes.

Sobre a produção

A Arantes e Amar Produções espera repetir o mesmo sucesso e a vida longa de “Allan Kardec”, que continuará em cartaz paralelamente a “O Cândido Chico Xavier”. Para a atriz e produtora Érica Collares, os projetos representam uma missão de amor.

“Encaro a montagem desse novo espetáculo com uma missão de amor, começou com ‘Kardec’ e, agora, com ‘O Cândido’. É uma história linda que contarei de uma alma tão pura, de uma alma de amor, como essa, do Chico. Para mim, é uma verdadeira missão mesmo. Estou muito feliz de poder contar essa história para todo mundo”, comemora.

Mais que uma missão de amor, o ator e produtor Rogério Fabiano considera o novo projeto uma mensagem de esperança. “Depois de cinco anos de ‘Kardec’, levar a vida de Chico para os teatros continua sendo uma mensagem de paz, de um mundo melhor, de fé, de bondade das pessoas com o mundo e de ajuda ao próximo. O Chico, um grande homem, representa muito a esperança, e é uma missão muito especial, porque a peça tem compromisso com a verdade”, frisa.

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