Cefet Araxá conquista ouro e prata na 1ª Competição de Robôs Autônomos da UFMG

Cefet Araxá conquista ouro e prata na 1ª Competição de Robôs Autônomos da UFMG

A unidade de Araxá do Cefet (MG) conquistou os dois primeiros lugares da 1ª Competição de Robôs Autônomos (Cora). A equipe campeã “Parafuso Semi-Condutor” foi integrada por Hugo Jerônimo, Carlos Junior e Eduardo Lemos enquanto a equipe vice-campeã “Roboss” teve como integrantes; William Silva, Rafael Carvalho e Pedro Henrique.

A 1ª Competição de Robôs Autônomos aconteceu de 27 a 29 de agosto na UFMG, em Belo Horizonte. Esta é uma iniciativa do Programa de Educação Tutorial do curso de Graduação em Engenharia Elétrica, PET-EE/UFMG e da equipe acadêmica de robôs autônomos, Autobotz-UFMG, com objetivo de proporcionar aos alunos de cursos de engenharia e tecnologia em geral, um evento de integração através do conhecimento multidisciplinar e do trabalho em equipe.

O evento é uma competição de robôs autônomos seguidores de linha, construídos pelos estudantes participantes do torneio. Ao desenvolver estes robôs os estudantes terão a oportunidade de colocar em prática os conhecimentos adquiridos em sala de aula, em disciplinas como Controle, Eletrônica, Programação, Sistemas Embarcados, Robótica, Heurísticas, dentre outras.

Na unidade de Araxá, as atividades de robótica começaram no final de 2012, quando alunos do segundo período de Engenharia de Automação resolveram desenvolver projetos nesta área. Assim nasceu o núcleo de robótica, cujo orientador é o professor Alexandre Dias Linhares.

Depois de alguns torneios de experiência, o núcleo consegue este resultado de muita expressão: venceu o Cora na UFMG, uma das maiores faculdades federais do país, além de ter competido com escolas de renome como UFU, UFOP, UFMG e ITA.

O Cora é uma competição, que tem como objetivo, proporcionar aos alunos um evento de integração envolvendo conhecimento multidisciplinar e trabalho em equipe. A prova consiste no percurso, sobre uma pista, de robôs construídos por estudantes.

Os protótipos, cujo peso máximo permitido é de 900 gramas, devem cumprir suas metas sem intervenção humana, sem comunicação com computador ou com qualquer dispositivo externo. Movidos a energia elétrica, devem transportar sua própria fonte de alimentação. O tempo de cada equipe foi avaliado eletronicamente.

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