Comissão discute computação em nuvem

Comissão discute computação em nuvem

Da Redação – A Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia foi palco de um importante debate para o setor da tecnologia da informação em Minas Gerais. Requerida pelo deputado Bosco (PTdoB), presidente da comissão, a audiência pública abordou a computação em nuvem, nova tecnologia de acesso a dados e informações na rede, de qualquer lugar e dispositivo móvel. O parlamentar destacou que sua proposta ao requerer a audiência era “dar uma abordagem mais ampla à temática, conhecendo suas nuances, vislumbrando e articulando ganhos para o setor de tecnologia da informação mineiro e para os usuários do modelo”.

E essa foi a diretriz dos debates. Com a presença do presidente da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação em Minas Gerais (Assepro-MG), Ian Campos Martins, do gerente de Estratégia de Plataforma da Microsoft, Djalma Andrade, do responsável pelo serviço de pré-vendas Brasil Google, Marlon Kotai, e do gerente-geral de Tecnologia de Informação da Assembleia Legislativa, Marcelo Migueletto, as vantagens e os desafios trazidos pela nova tecnologia foram tratados. Todos reconhecem que a mudança de paradigma diminui os custos, melhora os serviços e ainda é mais segura.

Como uma tendência que tem se estabelecido mundialmente, não é difícil perceber sua importância para o setor da tecnologia da informação. “A implementação desse modelo ocasionará muitas mudanças no modo de fazer e usar as ferramentas da computação. E a Assembleia quer ser um celeiro para fomentar o desenvolvimento da área”, comentou Bosco.

Belo Horizonte: capital nacional de TI

O Brasil é hoje o 8º mercado de tecnologia da informação no mundo, representando 4,4% do PIB nacional. Em Minas, há cinco mil empresas no setor, e já há um projeto para a consolidação da área. O presidente da comissão lembrou que, consciente da importância em se fomentar a tecnologia da informação em Minas, o secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Narcio Rodrigues, lançou, no fim do ano passado, o projeto BH-TI 2022, cujo objetivo é transformar a cidade na capital nacional do TI até o ano de 2022.

O deputado ainda destacou a importância da Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia nesse processo: “a CECT é um grande palco para trazer o governo, as instituições privadas e as universidades para articularem o desenvolvimento do setor”.

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