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Congresso apresenta mais de 300 pesquisas cafeeiras

Congresso apresenta mais de 300 pesquisas cafeeiras

Mais de 300 trabalhos de pesquisas estão sendo apresentadas nesta semana durante o 35º Congresso Brasileiro de Pesquisas Cafeeiras, no Hotel Pousada Dona Beja. O evento, que se encerra nesta sexta-feira (30), também conta com a realização de três seminários, o lançamento de um livro sobre irrigação em cafezais e do dia de campo na fazenda experimental de café da Cooperativa Agropecuária de Araxá (Capal).

Estão reunidos, para apresentar e discutir as últimas novidades tecnológicas, equipes de pesquisadores de diferentes instituições do país, difusores de tecnologia, profissionais da assistência técnica, e, ainda, produtores e autoridades ligadas ao setor.

São apresentados trabalhos sobre os diferentes setores da cultura cafeeira, tais como doenças e pragas, sistemas de plantio, nutrição, tratos culturais, fisiologia, colheita, preparo e qualidade do café, além de estudos sócio-econômicos, agricultura de precisão e certificação.

Os seminários, realizados sempre no fim da tarde, visam discutir os temas mais aplicáveis à cafeicultura regional. No primeiro foi discutida “a moderna cafeicultura dos cerrados”, com palestra de Francisco de Assis, do Conselho de Associações de Cafeicultores & Cooperativas do Cerrado (Caccer), que fez um diagnóstico sobre a cafeicultura nesse ecossistema, além de Roberto Santinato e André Fernandes, que falaram sobre nutrição e irrigação racionais para as lavouras do Cerrado.

O segundo seminário abordou o tema “a poda no manejo de cafezais,” com palestras de José Braz Matiello, que falou das finalidades das podas no manejo, e Alisson Villela e André Garcia, que discutiram a época e modo de podar e o uso da poda para safra zero.

Hoje o tema é “novas variedades de café”, sob coordenação do pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Carlos Henrique Carvalho, e a participação dos pesquisadores Luis Carlos Fazuoli e Gladiston Carvalho, apresentando as mais novas variedades de café.

Para Matiello, da comissão organizadora, após 35 anos de trabalho em prol do desenvolvimento tecnológico da cafeicultura, o congresso continua se renovando a cada ano. “E o ânimo que os técnicos vêm demonstrando na apresentação dos trabalhos parece embalado pela própria bebida, o café, que, como se sabe, é estimulante e revigorante.”

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