Corpo de Bombeiros atesta irregularidades no Instituto Colombo

Corpo de Bombeiros atesta irregularidades no Instituto Colombo

Da Redação – O Corpo de Bombeiros realizou vistoria no último dia 22 de fevereiro nas instalações do Instituto Colombo (antigo Hotel Colombo) que atualmente é sede da Prefeitura Municipal até o término da construção de secretarias no Centro Administrativo e apontou irregularidades. O ofício assinado pelo Comandante do Corpo de Bombeiros, Roneci Marcos Silva, foi enviado para o legislativo e lido durante reunião ordinária pelo vereador Juninho da Farmácia (DEM) na reunião ordinária desta terça-feira (19).

Segundo o documento, o Instituto Colombo se encontra irregular por não conter Processo de Segurança Contra Incêndio e Pânico (PSCIP) aprovado pelo Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG), não possui unidades extintoras, sinalizações de emergências e iluminações de emergência instaladas e não tem sistema de hidrantes para combate a incêndios. As outras justificativas mencionadas são que as rotas de fuga possuem escadas construídas com material combustível, guarda corpo fora da altura regulamentar e corrimão de um lado e parte do beiral da edificação está caindo.

O documento ainda relata que essas irregularidades contrariam disposto no regulamento de Segurança contra Incêndio e Pânico do Estado de Minas Gerais e Instruções Técnicas do CBMMG que regulam o assunto. “Além do fato de que a inexistência e falta de manutenção dos sistemas e equipamentos de segurança contra incêndio e pânico constituem-se em situações graves que comprometem e colocam em risco a segurança das pessoas e patrimônio”, discorre o documento.

Por meio desse documento, o Corpo de Bombeiros orienta a Prefeitura Municipal a fazer as instalações básicas de segurança contra Incêndio e Pânico como extintores, iluminação e sinalização de emergência para sanar todas essas irregularidades.

O Corpo de Bombeiros deu um prazo de 60 dias contados a partir do último dia 22 de fevereiro “para providenciar todas as correções necessárias para o seu funcionamento com o mínimo de segurança aos seus ocupantes e instalações”, encerra o ofício. 

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