Inauguração da nova UTI da Santa Casa é adiada para agosto

Inauguração da nova UTI da Santa Casa é adiada para agosto

A Santa Casa de Misericórdia de Araxá terá sua nova Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em agosto. A obra que começou em janeiro estava programada para ser inaugurada no início de julho, mas por causa de algumas orientações da Vigilância Sanitária de Saúde de Uberaba teve que ser adiada.

Com a nova ala a ser concluída, o hospital contará com um total de dez leitos, em um espaço modernizado com diálise, ar-condicionado central e um leito reservado para pacientes com suspeita de contaminação.

De acordo com o secretário Antônio Marcos Belo, com a futura UTI o atendimento de casos clínicos preocupantes será dividido entre a Santa Casa e o Hospital da Casa do Caminho, um aumento de 30% na capacidade de atendimento no município.

Para amenizar a falta de leitos na UTI enquanto as obras não são concluídas, a Secretaria Municipal de Saúde adquiriu equipamentos para atender a ala de urgência e emergência.

“Houve um atraso na construção, pois tivemos um problema no contrapiso da nova unidade e teremos que fazer um ajuste. A vigilância alertou sobre essa questão e temos que solucionar. Vamos quebrar uma parte razoável do piso já que temos que adaptar a obra de acordo com todas as normas obrigatórias para uma UTI. Portanto, para evitar um problema futuro é melhor a gente atrasar um pouco a construção e ganhar em qualidade. Para amenizar um pouco essa falta de leitos, nós adquirimos um novo aparelho respirador e demos manutenção ao que estava estragado”, diz o secretário.

De acordo com ele, em qualquer obra existe imprevistos, como derrubar parte de uma parede para passar um equipamento. “O maior problema é mesmo o contrapiso que vai atrasar a entrega que estava prevista para julho. Esse atraso, principalmente no inverno quando a demanda aumenta consideravelmente, é o que mais preocupa. Hoje, temos apenas doze leitos de UTI em Araxá, sendo cinco na Santa Casa e sete na Casa do Caminho. O que nós precisamos é agilizar a conclusão final da obra porque qualquer atraso é terrível, já que a região também não consegue atender todas as demandas”, ressalta o Antônio Belo.

A construção dos novos leitos, aquisição de equipamentos e estruturação para o atendimento de alta complexidade estão sendo feitos com recursos do município e do Programa de Fortalecimento e Melhoria da Qualidade dos Hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS) em Minas Gerais (Pro-Hosp).

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