Polícia Civil soluciona mais um caso de assassinato

Polícia Civil soluciona mais um caso de assassinato

A Polícia Civil (PC) apresentou, na manhã de hoje (15), os dois suspeitos de matarem a pauladas Paulo Rogério Viriato, no dia 11 de maio, no bairro Ana Pinto de Almeida. Eles estavam em Posse (GO), na divisa do Estado com a Bahia, tentando fugir para Pernambuco, local de origem dos dois. Diego Dutra de Oliveira, de 21 anos, e Marcélio Mendez de Aquino, 28, confessaram o crime e serão encaminhados ao Presídio de Araxá, onde aguardarão julgamento.

A PC teve informações de que os acusados estavam no Estado de Goiás e deslocou agentes, que com apoio das polícias locais, prenderam Diego e Marcélio no último sábado. Os dois foram ouvidos na 43ª Delegacia de Polícia Civil de Araxá, confessaram e deram detalhes do assassinato.

Segundo o delegado de Crimes Contra a Vida da PC, Luiz Antônio da Costa, Marcélio disse que arrombou a porta da casa de Paulo Rogério, enquanto Diego entrou na residência e passou a agredir Paulo e a mulher com golpes de pau. Paulo morreu no local e sua amásia ficou internada na Santa Casa de Misericórdia e sobreviveu.

Segundo Luiz Antônio, a mulher disse que o motivo do crime é referente a um furto de televisão praticado pelos dois e denunciado por ela e o marido. “As vítimas estavam acusando eles de terem praticado o furto, que negavam o fato. Diante ao comentário que eles haviam furtado a televisão, os acusados resolveram ir até a casa das vítimas para darem uma ‘peia’, como eles mesmo dizem, que é uma espécie de castigo”, conta.   

 Os acusados podem pegar de 12 a 30 anos de prisão por homicídio qualificado e por motivos fúteis. Eles já tinha passagem pela polícia; Marcélio por porte de arma e Diego por tentativa de homicídio.

Delegado Luiz Antônio dá detalhes da prisão

Cem por cento de casos resolvidos em 2009

Com a elucidação deste caso, a Polícia Civil solucionou todos os casos de crimes violentos ocorridos até agora durante este neste ano em Araxá, assim como o latrocínio na casa do Dentista Renato Goulart, no Barreirinho, e no assassinato do jovem de 17 anos, Júlio César de Jesus Júnior, na Travessa Inácio Paes Leme, próximo ao Estádio Municipal Fausto Alvim.

“Em menos de vinte dias nós tivemos três mortes violentas, então criou aquela expectativa, mas na realidade nosso índice é baixo e nós temos normalmente de seis a oito homicídios por anos”, destaca Luiz Antônio. 

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