Prefeitura lança o projeto “Defesa Sanitária Vegetal”

Prefeitura lança o projeto “Defesa Sanitária Vegetal”

A Prefeitura de Araxá, por meio da Secretaria Municipal de Segurança Urbana e Cidadania (Sesuc) e do Instituto de Planejamento e Desenvolvimento Sustentável de Araxá (IPDSA), em parceria com o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), lançou o projeto “Defesa Sanitária Vegetal”.

A iniciativa tem como objetivo promover ações conjuntas para desestimular, prevenir e coibir a comercialização de mudas e sementes por vendedores ambulantes.

As equipes dos órgãos envolvidos atuarão de imediato assim que receberem qualquer indicação desse comércio ilegal no perímetro urbano.

Os membros da Vigilância Patrimonial da Sesuc darão apoio para garantir a integridade física dos servidores responsáveis pela fiscalização.

Os membros do IPDSA farão o cumprimento da legislação municipal, referente aos documentos que permitam a legalização do comércio (alvará).

Já o IMA cumprirá a legislação estadual pertinente quando da procedência das mercadorias, inclusive com a apreensão e destruição do material, se for o caso.

Mais informações sobre o projeto nos contatos (34) 3691-7051 (Sesuc), (34) 3661-2804 (Escritório do IMA) e (34) 3661-3675 (IPDSA).

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3 Comentários

  1. sinesio

    Lamentavel mesmo proibir este tipo de comercio.aqueles vendedores que trazem produtos que nao agrega nada a sociedade pode ajudar a natureza nao pode

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  2. Cacilda

    Chocada! Proibir o comércio do fruto da terra. Precisamos é que todos plantem e colham em abundância, ainda que seja somente a a sombra. Temos sugestões produtivas e positivas para disponibilizar. Esta secretaria é necessária no município? Pensei que o artigo fosse comércio e incentivo a produção de mudas de uma planta que espanta o mosquito da dengue. Lamentável…

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  3. Luana

    Só uma cidade provinciana como Araxá, pra lançar projetos como este. Por que não temos iniciativa dos respeitáveis órgãos para estimular o plantio de mudas pela cidade, inclusive naquelas paisagens horríveis deixadas pelas indústrias queridinhas da região e de exigirem a obrigatoriedade da árvore domiciliar. Faria muita diferença nessa cidade já desgastada pela mineração e pelo calor que só aumenta a cada ano.

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