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Prisão temporária de Cachoeira é prorrogada

Prisão temporária de Cachoeira é prorrogada

A prisão temporária do vereador Carlos Alberto Ferreira (Cachoeira) foi prorrogada por mais cinco dias pela Justiça. O vereador está preso desde a última quarta-feira (9) quando foi desencadeada a Operação Queda D’água.  Cachoeira é investigado por suspeita de venda de apoio político para o ex-presidente da Câmara Municipal, Miguel Júnior.

De acordo com o delegado Regional, Cézar Felipe Colombari, Cachoeira vai participar de uma acareação com Miguel Júnior na manhã da próxima terça-feira. “O vereador Cachoeira permanece preso porque a prisão dele ainda é indispensável para a investigação”, diz.

A prisão temporária de Cachoeira se encerraria neste domingo, mas com a prorrogação vai até sexta-feira (18). “Começa a contar na segunda-feira a nova prisão por mais cinco dias. Durante a semana inteira, a Polícia Civil ainda tem um prazo, uma vez não revogada a prisão, para trabalhar e produzir todas as provas indispensáveis para a conclusão do inquérito policial”, diz Cézar Felipe sobre a renovação da prisão temporária de Cachoeira.   

De acordo com o advogado de Cachoeira, Omar Fenelon dos Santos Tahan, o cliente dele esclareceu todos os fatos que estavam nos autos do inquérito. “Aqueles pontos que não foram esclarecidos até o momento, por orientação da defesa, foram pontos que não estavam no inquérito. São provas emprestadas de outro inquérito conversando sobre outras pessoas, que teoricamente, estariam falando de terceiros”, diz o advogado. 

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