Procon realiza pesquisa de preço em redes de supermercado

Procon realiza pesquisa de preço em redes de supermercado

O Programa Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) promoveu durante esta semana mais uma pesquisa de preço nos supermercados da cidade. A cotação é feita mensalmente e a partir do dia 11 de cada mês, o consumidor pode pegar o resultado na sede do Procon – anexo da Prefeitura de Araxá.

Segundo o superintendente do Procon de Araxá, Tiago Silva Borges, a intenção é passar mensalmente para o consumidor o resultado da pesquisa para que ele conheça melhor o preço trabalhado e a oportunidade de compra no comércio da cidade.

Ele acrescenta que geralmente a pesquisa é realizada nas redes da cidade, mas também em alguns supermercados de bairros. Os produtos em avaliados são os que compõem a cesta básica.

O superintendente aponta que a pesquisa sempre sofre variação de preço, desde produtos que caem o valor de um mês para o outro, ou sobem. “É muito importante que o consumidor fique atento e pegue a pesquisa com a gente. Ele vai ver os produtos que vai se adequar à sua linha de compra e ver o que melhor o atende, em questão de marca e preço.”

Tiago destaca a importância da pesquisa para o consumidor, já que alguns supermercados divulgam o resultado. Ele alerta que existem algumas situações em que o consumidor deve ficar atento na hora da compra. “Ficar atento ao preço do produto, ver se o preço da gôndola é o mesmo do caixa. E observar os prazos de validade”, diz.

Segundo ele, se por descuido o consumidor levar um produto vencido, ele deve ir até a loja onde comprou, com a nota fiscal para efetuar a troca. “E qualquer problema, se o supermercado estiver obstruindo essa troca, o consumidor deve procurar o Procon para que nós possamos trocar esse produto”, informa.

Além da pesquisa, o Procon faz a vistoria dos produtos em que é constatado o prazo de validade e a precificação.

Há também uma parceria com a Vigilância Sanitária e com o Ministério Público para averiguação dos produtos in natura. “Esses produtos caseiros tem uma norma específica. Se é da região tem que ter o selo do IMA (Instituto Mineiro de Agropecuária).

O superintendente lembra que além do selo é necessário que contenha na embalagem do produto a data de validade e a tabela com valor nutricional.

Em relação às promoções divulgadas pelos supermercados, o Tiago afirma que às vezes no estabelecimento há mais um uma gôndola com o mais produto, então deve prevalecer o preço mais baixo. “Se é um jornal, tem que está atento à validade onde estará o preço da promoção ou até o final do estoque. Ou seja, acabou o estoque, aquele preço pode ser trocado”, alerta.

Notícias relacionadas