Rede municipal de saúde está novamente sem material básico hospitalar

Rede municipal de saúde está novamente sem material básico hospitalar

As reclamações sobre a falta de material básico hospitalar na rede municipal de saúde voltaram acontecer nesta semana. Esta é a segunda vez em menos de um ano que usuários que procuraram o Pronto Atendimento Municipal (PAM), a Santa Casa e as Unidades de Saúde (Unis) tiveram que remarcar atendimentos ou procurar consultas particulares por falta de máscaras, luvas, gazes, esparadrapos e seringas, obrigatórios para a realização de procedimentos hospitalares.

A falta deles ou uso inadequado são as causas mais frequentes de infecções e de importantes complicações ocorridas em pacientes hospitalizados.

De acordo com o secretário municipal de Saúde, Antônio Marcos Belo, um atraso da empresa responsável pela entrega do material, vencedora do processo licitatório, causou o problema “Mas até esta sexta-feira (30) a questão estará solucionada”, garante.

Segundo Antônio Belo, o atraso no fornecimento de alguns materiais hospitalares gera um desabastecimento temporário na rede pública de saúde. “Realmente nós fizemos um a licitação e quem ganhou foi uma empresa de Pernambuco, que infelizmente atrasou a entrega dos materiais hospitalares. Inclusive, já fizemos uma notificação para o setor de licitação para que essa empresa seja excluída de fornecimentos para a prefeitura”, diz o secretário.

“Já entramos em contato com a empresa e eles se comprometeram a entregar todo o material nesta semana. Mas, não vamos permitir outra falha dessas. A empresa está excluída de qualquer processo licitatório do município. Não tem como manter uma empresa que pela segunda vez atrasa o fornecimento de materiais básicos. Já são nove dias de atraso e isso gera uma complicação para a rede municipal de saúde, tivemos que tomar algumas medidas, mas é inevitável a reclamação dos usuários”, ressalta.

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