Teatro Municipal Maximiliano Rocha se destaca por ser palco da cultura de Araxá

Teatro Municipal Maximiliano Rocha se destaca por ser palco da cultura de Araxá

Um espaço palco da cultura de Araxá. No Teatro Municipal Maximiliano Rocha acontece o encontro das artes integradas: dança, circo, teatro, música e artes visuais. Tudo isso em um ambiente moderno e que está à disposição da população.

Com capacidade de 300 lugares, contando com dois amplos camarins e uma acústica que é a mesma do teatro carioca Cecília Meireles, o espaço araxaense recebe espetáculos gratuitos. No foyer de entrada, é possível ainda realizar exposições artísticas e lançamentos de livros.

“Todo artista precisa de um palco para desenvolver e apresentar seu trabalho. E em Araxá, este palco é o Teatro Municipal Maximiliano Rocha, que está aberto a toda população. Para marcar qualquer evento cultural é preciso que o proponente nos procure e verifique a disponibilidade. No dia indicado, a agenda é exclusivamente voltada para aquele espetáculo”, explica a coordenadora administrativa Laura Cristina.

Quem foi Maximiliano Rocha?

Maximiliano Augusto Rocha é o artista araxaense que dá nome ao Teatro Municipal. Nascido na cidade em 30 de julho de 1949 e falecido em 12 de janeiro de 2017, Max, como era conhecido, deixou para Araxá um legado artístico composto por aproximadamente 600 obras, entre pinturas, gravuras, aquarelas e esculturas.

Amigo de Calmon Barreto, artista que leva o nome da Fundação Cultural da cidade, os dois desenvolveram juntos inúmeras obras de arte. Durante sua vida, Maximiliano se dedicou a pintar paisagens, como monumentos históricos e casarões. Em outra fase, reproduzia em suas telas fotos de mulheres da sociedade araxaense. Atualmente, várias residências e empresas do município abrigam obras do artista.

Desde 17 de dezembro de 2021, o Teatro Municipal passou a ser denominado como ‘Teatro Municipal Maximiliano Rocha’, conforme a lei 7.693, publicada no Diário Oficial Eletrônico do Município de Araxá (e.Doma).

“Para a escolha do nome, nós pesquisamos uma pessoa que sempre dedicou sua vida à arte. E o Maximiliano foi escolhido, primeiramente, por ser um artista da cidade. Também se levou em consideração o fato de que ele teve uma participação muito ativa na vida de Calmon Barreto. O Max teve uma grande representatividade na cultura de Araxá”, destaca a presidente da Fundação Cultural Calmon Barreto (FCCB), Cynthia Verçosa.

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