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Raphael Rios apresenta dados sobre queimadas e quer revisão da legislação municipal sobre o problema

Raphael Rios apresenta dados sobre queimadas e quer revisão da legislação municipal sobre o problema

Vereador Raphael Rios repercutiu na tribuna da Câmara preocupação quanto ao alto índice de queimadas que está acontecendo nas vegetações de áreas urbanas e rurais de Araxá.

Foram 68 ocorrências, de acordo com o Corpo de Bombeiros, registradas entre o dia 1° de agosto e 21 de setembro, com incêndios ocorrendo em unidades de conservação, áreas rurais pertencentes a órgão público, produção agrícola/pasto, áreas particulares rurais, unidades urbanas não protegidas, áreas urbanas pertencentes a órgão público e lotes vagos, estes com o maior número de registros (29 ocorrências).

Com as queimadas ocorrendo no período de seca – há mais de 100 dias não chove em Araxá -, Raphael Rios, buscou informações junto ao Corpo de Bombeiros e ao Instituto de Planejamento e Desenvolvimento Sustentável de Araxá (IPDSA), que confirmaram que a grande maioria dos incêndios é criminosa, ou por vandalismo ou para “limpeza” de lotes sujos.

Ele relatou ainda sobre o bairro Veredas do Belvedere, no Setor Leste, que sofreu com queimadas por muitos dias, onde grande parte dos lotes foi atingida por incêndios, espalhando fumaça e fuligem para diversos pontos de Araxá, inclusive a região central.

“Enquanto essas queimadas estão acontecendo, os bombeiros também precisam atender ocorrências de primeiros socorros, acidentes. Queremos chamar a atenção para quem causa esse mau, atrapalhando moradores, elevando os atendimentos nas unidades de saúde e no PAM (Pronto Atendimento Municipal) por causa de problemas respiratórios e outros males, e ainda há os graves danos ambientais”, relatou Raphael.

Deixamos o alerta para os órgãos competentes e à população para que colabore, faça sua parte. “A atual legislação precisa ser revisada junto ao IPDSA para verificar a possibilidade de ampliar o endurecer as sanções previstas para esse crime ambiental, não podemos fechar os olhos para esse problema.”

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