Setor de Arquivos está aberto à comunidade com acervos da história de Araxá

Setor de Arquivos está aberto à comunidade com acervos da história de Araxá


Um vasto arquivo que guarda a história da cidade e que narra por meio de documentos, fotografias e registros o que de mais importante aconteceu em vários momentos e segmentos de Araxá. Toda essa variedade de informações está disponível para consulta de estudantes, pesquisadores e população em geral no Setor de Arquivos, Pesquisas e Publicações da Fundação Cultural Calmon Barreto (FCCB).

O acervo conta com documentos e publicações que vão desde a fundação de Araxá até os dias atuais. Dentro dele é possível encontrar mais de 6 mil fotografias da cidade; registros de bens imateriais e relacionados à imigração no município; documentos dos objetos e acervos do Museu Dona Beja; e de personagens importantes.

Documentações de setores como a Câmara Municipal, com livros de ata que vão desde 1833 até 1973; documentos do Poder Judiciário, datados de 1770 a 1969; e arquivos da Fundação Cultural Calmon Barreto, desde 1984, também estão disponíveis. Além disso, o setor conta com uma biblioteca de livros doados e exemplares antigos de jornais impressos.

“É um setor de memória. Ele é importante para que qualquer cidadão possa ter acesso à história de Araxá, tanto na política, na cultura, no esporte e em variadas áreas. Então, se a pessoa precisar de alguma informação em fotografia ou documentos, ela pode procurar esse setor. Lá ela poderá contar com a orientação de historiadores que estão à disposição para ajudá-la”, destaca a presidente da FCCB, Cynthia Verçosa.

Pesquisas

Todas as pesquisas são realizadas presencialmente, no próprio local. De acordo com a coordenadora Maria Trindade Coutinho Resende Goulart, grande parte do público que procura o setor é de estudantes de doutorado, mestrado, que estão realizando o Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC), e de pessoas que têm interesse em saber mais sobre sua origem.

“Além dos acadêmicos, muitas pessoas nos procuram para realizar pesquisas genealógicas. Temos aqui alguns acervos de inventários, testamentos e demais documentos. Nós somos guardiões da memória. A cultura é tudo! É o que o povo faz, e a história registra esses momentos. Então, daí vem a importância de se preservar o que de mais relevante aconteceu no nosso município”, ressalta Trindade.

O Setor de Arquivos, Pesquisas e Publicações está funcionando provisoriamente no Centro de Referência da Cultura Negra – rua da Banheira, n° 173, no bairro Santa Rita, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 17h. O telefone para informações é o (34) 9 9313-0060.

Outra opção de contato é via e-mail ( [email protected] ).

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