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COLETIVA: Polícia Civil interroga investigados na Operação Malebolge na quinta; até o momento não foram encontrados indícios de envolvimento do prefeito, diz delegado

COLETIVA: Polícia Civil interroga investigados na Operação Malebolge na quinta; até o momento não foram encontrados indícios de envolvimento do prefeito, diz delegado

Os cinco investigados presos na Operação Malebolge, deflagrada nesta terça (11) serão ouvidos na quinta-feira (13) à tarde, na Delegacia Regional de Araxá. “Nós colheremos informações ou a colaboração das pessoas em relação a elucidação dos fatos”, informou o delegado Renato de Alcino Vieira, durante coletiva de imprensa realizada nesta quarta (11).

As prisões são temporárias, ou seja, têm o prazo inicial de cinco dias. “Encerrado esse prazo, a Polícia Civil pode pedir mais cinco dias se for necessário para as investigações dada a complexidade. No final disso, havendo elementos relacionados à prisão preventiva, que é manter as pessoas presas durante o trânsito, verificada a quantidade de pena possível, os crimes envolvidos, a articulação, a influência dessas pessoas em segmentos sociais a gente pode sim, a Polícia Civil, representar pela prisão preventiva”, complementou o delegado.

A polícia inicia agora também a análise do material recolhido. Foram apreendidos documentos contábeis, equipamentos eletrônicos, dinheiro e joias.

Investigação não encontrou indícios de envolvimento do prefeito

Também durante a coletiva, o delegado Renato de Alcino Vieira, quando indagado se haveria participação de mais servidores da Administração Pública e até mesmo algo que responsabilizasse o chefe do Executivo (prefeito Aracely de Paula), ele relatou que a investigação até o momento chegou a todas as pessoas envolvidas no esquema.

“Todos os indícios que nós encontramos na investigação até o momento, as pessoas que nós encontramos e achamos indícios delas terem envolvimentos nesse esquema estão hoje presas. Todas as pessoas que avaliamos que têm envolvimento nisso, estão hoje na situação de bloqueio de bens. As pessoas que não estão nessa condição, é porque não encontramos elementos para isso”, disse.

“Para tanto ao chefe do Poder Executivo, caso tenha-se que tomar uma medida, ela deve ser tem que ser validada pelo Tribunal de Justiça, uma vez que tem prerrogativa de foro. Mas não é por conta disso que foi feito. É porque não existe no momento nenhum indício que revele algo dessa natureza.

Confira a coletiva completa (via Willian Tardelli Fotojornalismo em Araxá e Região

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