Alunas do Cefet são premiadas após recriar viagem ao subterrâneo

Alunas do Cefet são premiadas após recriar viagem ao subterrâneo

“Uma viagem ao subterrâneo” é o nome do trabalho apresentado pelas alunas do 3º ano do curso integrado de Mineração, Ana Carolina Rocha, Layena Matos e Michely Ribeiro, sob orientação do professor Guilherme Alzamora Mendonça e coorientação do professor Douglas Geraldo Magalhães, e que conquistou o 1º lugar geral na Meta (Mostra Específica de Trabalhos e Aplicações) Araxá 2018. O trabalho recriou, no ginásio do campus, o ambiente de uma abertura executada em mina de carvão, concebendo um sistema interativo, de forma a facilitar a compreensão dos aspectos envolvidos na mineração subterrânea.

“Inicialmente, demos uma explicação básica sobre o processo da lavra e, em seguida, para tornar a experiência um pouco mais representativa, nós nos apresentamos como funcionárias de uma empresa de mineração e falamos um pouco sobre o funcionamento da mina, o método adotado e quais seriam as instruções de segurança para uma visita segura”, conta Ana Carolina.

Devidamente equipados com capacetes e lanternas, os visitantes puderam percorrer o ambiente, ouvindo explicações sobre as vantagens e desvantagens do método e as condições necessárias para utilizá-lo, entre outras abordagens.

Câmeras e pilares

Michely explica que a ideia do projeto surgiu em sala de aula. “Gostamos da estrutura do método Câmaras e Pilares e queríamos fazer uma simulação para mostrar como ele é feito na realidade”. A aluna esclarece que o método possui vantagens em relação aos demais métodos de lavra subterrânea como custo moderado de extração, escala de produção relativamente alta, método adaptável às condições de teto, entre outros.

A região de Araxá é conhecida pela presença marcante da mineração, principalmente quando se trata de minas de lavra a céu aberto, que são de fácil acesso à visitação. “Ao contrário de uma mina de lavra subterrânea que, além de ser de difícil acesso, exige um processo de preparação para aqueles que se aventuram a conhecê-la”, avalia Layena.

Para a aluna, o grupo foi premiado porque conseguiram demonstrar com clareza os objetivos que tinham com o trabalho, além de ter sido bastante chamativo, por conta da estrutura, e de fácil compreensão, despertando o interesse de até mesmo quem não conhecia o tema.

O grupo espera seguir com o projeto, levando-o para outros eventos como feiras, de forma a contribuir com a ampliação do conhecimento e familiaridade da população com a mineração.

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