Super banner
Super banner

Câmara rejeita pedido de Comissão Processante feito por Romário do Picolé contra Jeová

Câmara rejeita pedido de Comissão Processante feito por Romário do Picolé contra Jeová

Fotos: Caio Ranieri

Foi apreciado, na reunião ordinária desta terça-feira (29), o projeto de resolução 10/2014, propondo a instalação de uma Comissão Processante pela Câmara Municipal para investigar denúncias político-administrativas contra o prefeito Jeová Moreira da Costa (PDT). O pedido foi feito pelo vereador Romário do Picolé (PTdoB) há cerca de 15 dias e as denúncias foram analisadas pelo Departamento Jurídico antes de ir para apreciação do plenário.

O projeto foi colocado em discussão pelo presidente da Câmara, Miguel Júnior (PMDB), após a leitura do parecer jurídico declarando que o pedido do vereador preenchia todos os requisitos formais para ser apreciado.

Para ser aprovado, a instalação da Comissão Processante precisava ter dois terços dos votos, ou seja, 10 votos favoráveis entre os 15 possíveis. O vereador Pezão (PMDB) não participou da sessão por compromissos pessoais, segundo a sua assessoria.

Os demais parlamentares estavam no plenário e participaram da votação. Romário, por ser autor da denúncia, pela lei ficou impedido de votar e foi substituído pela suplente Valéria Sena, que foi convocada para a sessão.

Após cada vereador dar sua justificativa e comentar a matéria, a votação nominal foi realizada. Foram favoráveis pela abertura os vereadores Miguel Júnior (PMDB), Sargento Amilton (PTdoB), Eustáquio Pereira (PTdoB), Fabiano Santos Cunha (PRB), Juninho da Farmácia (DEM), Alexandre dos Irmãos Paula (PR), Fárley Cabeleireiro (PT) e Valéria Sena (PTdoB).

Votaram contra os vereadores Marcílio da Prefeitura (PT), Pastor Moacir (PDT), Garrado (PR), Néia da Uninorte (PDT) e Professor Cachoeira (PDT).

O vereador Roberto do Sindicato (SD), após entender que a falta do vereador Pezão na reunião e afirmar que outros parlamentares, por terem vínculo com entidades da cidade que recebem verba da prefeitura, não poderia participar da votação, saiu de sua cadeira e acompanhou o restante da sessão no espaço reservado ao público.

Notícias relacionadas